“Hoje em dia, não cabe mais ter o pensamento de que o cliente não importa”

A Joner de hoje é a Keli Victor de Souza, nossa Coordenadora de Customer Happiness. Ela chegou chegando com muito brilho no olhar, garra e um coração enorme para reestruturar nossa área de atendimento e transformar a Dr. JONES numa verdadeira máquina de felicidade para os nossos clientes.

Eu acredito muito que eu vim aqui pra esse mundo para poder servir às pessoas.”

Assim começa a conversa com a Keli, quando pergunto por que ela escolheu essa área. 

Trabalhar com atendimento aconteceu de forma muito natural na vida dela. “Eu sou essa pessoa, sabe? Aquela pessoa que todo mundo procura para pedir ajuda, para pedir um conselho, ou que pergunta o que deve comprar de presente para a amiguinha do filho. Eu gosto de fazer isso”.

A Keli sabe que nem tudo são flores, então ela faz questão de as trazer no coração. Começou a trabalhar cedo, costurando calcinhas e sutiãs. Depois trabalhou como recepcionista, telefonista e até tinha o sonho de ser secretária executiva, sua escolha quando foi fazer uma faculdade.

Lidar com pessoas acabou sendo sua paixão e ela não troca esse contato por nada. Sua história e suas paixões revelam um profundo perfil humanitário na personalidade dela, o que também a torna uma pessoa engajada nas causas sociais e ambientais.

Duas filhas são gêmeas adotadas e, junto com os outros 2 filhos, os sobrinhos dela e os da Alessandra, sua companheira, a casa está sempre cheia de crianças.  Uma farra deliciosa, convenhamos. 

Keli, Alessandra e os 4 pimpolhos: João Victor de 22 anos, Lívia com 15 anos e as gêmeas Larissa e Letícia, 3 anos.

Gosto de encontrar razão, propósito, em tudo que eu faço.  Sempre estou buscando causas que tenham a ver com o feminismo, o preconceito, questões raciais- minhas filhas são negras e nordestinas."

Por isso também a Keli está sempre envolvida com projetos e ONG’s. Durante a pandemia se engajou num grupo de arrecadação de cestas básicas. Também tem um projeto de visitas em asilos chamado “Palhaços da Alegria”, suspenso temporariamente por causa da Covid-19.

E ainda tem um sonho próprio de projeto: distribuição de mamadeiras para crianças em situação de rua.

Trabalhando ela também é essa pessoa. Adora fazer uma festa, uma celebração. Gosta e faz questão de compartilhar e comemorar as conquistas da equipe.

O que a fez aceitar vir para a Dr. JONES?

“Eu tenho muito respeito pela área de atendimento ao cliente. Eu fico muito sentida com a forma como muitas empresas tratam a área e os profissionais que trabalham nela. Call center, telemarketing, as pessoas têm muito preconceito e isso é muito triste.

Eu acredito que o atendimento é uma área estratégica fundamental para o negócio e que os profissionais precisam ser empoderados, para saberem o quanto são importantes.

Então dos motivos que me fizeram vir para a Dr. JONES é porque eu senti, com todas as pessoas com quem eu conversei, que a empresa tem essa genuína preocupação em fazer do cliente o seu centro e a possibilidade de construir isso do zero também é muito legal, porque a gente vai construir novos profissionais em mais uma área de atendimento que é diferente do que as pessoas estão acostumadas e têm preconceito.

O jeito como eu estou sendo tratada na empresa faz toda a diferença não só na minha vida profissional, como também na minha vida pessoal.”

Keli durante a premiação Época/Reclame Aqui das Melhores Empresas para o Consumidor.

Aquele recadinho maroto para quem está lendo: por que o atendimento ao cliente é tão importante numa empresa?

“Hoje em dia não cabe mais ter o pensamento que o cliente não importa, que ele não tem poder sobre o seu negócio – e, para a gente se manter no mercado, para ter competição, a forma de atender está se tornando cada vez mais importante.

Isso pode ser um diferencial diante de tanto concorrente que tem no mercado. É parte de um conjunto de critérios que faz o cliente aceitar ou recusar um serviço. Se você não está antenado nisso, vai perder clientes - e funcionários também”.

Um sonho para o futuro? “Tenho o sonho que todas as pessoas sejam tratadas de forma igualitária, que não tenha tanta desigualdade social - e queria participar de um BBB” Alguém duvida que ela ia ganhar? 😀

Imagens: arquivo pessoal

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