"Na Dr. JONES, há um olhar mais individual para o consumidor"

Natália de Lucca, analista de produtos da Dr. JONES, tem pele clara e usa batom vermelho, cabelos longos escuros e óculos escuros. A foto destaca o rosto, dentro de um carro com paisagem ao fundo.

A Joner de hoje é Natália de Lucca, nossa analista de produtos, que é responsável por ajudar a transformar uma fórmula em um produto acabado – seja voltado para barba, seja voltado para o skincare –, para que chegue às mãos do cliente da Dr. JONES.

Queria sair do tradicional, que estava 'engessado', e mergulhar em algo inovador.”

Mecatrônica, tecnologia da informação (TI) e química parecem boas carreiras para quem quer cursar o ensino médio técnico... mas qual teria mais inserção no mercado de trabalho?

Se você respondeu “TI”, foi a mesma conclusão a que chegou Natália de Lucca, hoje analista de produtos da Dr. JONES – e, de fato, pouco depois que ela começou o curso, conseguiu um estágio em uma empresa multinacional de pneus. 

A questão, porém, é que não conseguimos fugir para sempre do que amamos, e o coração da Natália não batia por informática. “Química”, comenta ela. “Era a disciplina em que me saía melhor, e eu sempre fui apaixonada para entender o porquê do porquê das coisas. É algo que a química ensina”.

Seguir o coração...

Foto de rosto de Natália de Lucca, analista de produtos da Dr. JONES. Ela tem pele clara, usa batom vermelho e cabelos longos castanhos, com uma blusa cinza.

Aprender a seguir seus verdadeiros interesses requer coragem, e foi aí que Natália empreendeu uma verdadeira revolução pessoal. 

Depois da fabricante de pneus, passou por outras grandes empresas, todas multinacionais e das áreas de beleza e cosméticos.

Ali, deu-se o primeiro contato com o setor de produtos: normalmente, na área de Suporte e Supply. 

Não era suficiente. 

“Infelizmente, as indústrias multinacionais têm-se tornado muito fechadas para a inovação”, comenta. 

"Isso também tem acontecido quando se fala no desenvolvimento de carreiras em áreas diferentes. Foi, então, que fiz uma formação com pessoas que já trabalhavam em startups. Pessoas mais ágeis, flexíveis e que queriam inovar. Queria sair do tradicional, que estava ‘engessado’ e mergulhar em algo inovador. Assim, conheci a Dr. JONES”, conta Natália.

... Para conhecer o coração da empresa

Ao ver uma vaga de Customer Experience, Natália arriscou-se e enviou o currículo. Logo, foi chamada para entrevistas em outra vaga, que se alinhava ao que ela estava buscando.

“Convidaram-me para assumir um cargo na área de Produtos. Era o que eu buscava. Desde a época da fabricante de pneus, ficava encantada quando uma gerente de produtos explicava as características químicas deles. O coração da empresa é o produto. É por ele que as pessoas se apaixonam”. 

Na Dr. JONES, finalmente, deu-se a guinada na carreira. Hoje, Natália, que cursa Engenharia Química no ensino superior e tecnóloga em Gestão Comercial, atua no ‘coração’ da empresa: seu trabalho permite que uma fórmula se transforme em um produto acabado, que chega às mãos do consumidor. 

“O desenvolvimento de um novo produto é feito pelo laboratório, inclusive com informações que nós mesmos provemos sobre o que o público masculino sente que precisa”, explica.

O coração da empresa é o produto. É por ele que as pessoas se apaixonam."

Foto de Natália de Lucca, analista de produtos da Dr. JONES, usando colete bege, blusa preta e calça preta, de máscara para prevenção à COVID-19, em frente a obra de arte: um quadro azul com motivos multicoloridos.

“Depois disso, meu papel é entender os ativos, conhecer o que existe na fórmula, fazer estudos de custo e de viabilidade, levantar preços e se o produto poderá ser fabricado em larga escala. Lido com planejamento, insumos, logística e estudo de mercado nessa área que fica entre desenvolver e fazer acontecer”.

E, afinal, no meio de tantas atividades, ela conseguiu mergulhar na inovação?

Um olhar para o cliente

A resposta é sim.

“Na Dr. JONES, há um olhar mais individual para o consumidor. Existe uma preocupação em atender àquela ‘dor’ e necessidade que ele tem, em um mercado focado e numa abordagem mais flexível”, explica.

Há um cuidado com o desenvolvimento que vai do começo ao fim, pensando no homem."

“Nossos produtos não têm uma pegada só ‘para vender’. Os ingredientes são premium, há um cuidado com o desenvolvimento que vai do começo ao fim, pensando no homem, na rotina dele, nas necessidades dele – que são diferentes das da mulher. Eu topei o desafio desse olhar mais individual... e não me arrependo”.

Imagens: Arquivo pessoal.

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